segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

30 mandamentos do escritor e outras dicas

Os 30 mandamentos do escritor e outras dicas importantes:


Grandes pitacos de escritores importantes para quem quer aprender a escrever coisas fodas:
 Em seis segundos você vai me odiar.
Mas, em seis meses você vai ser um escritor melhor.




Deste ponto em diante – pelo menos para o próximo semestre – você não poderá mais utilizar os verbos “pensamento”. Nessa lista incluem: pensar, conhecer, compreender, realizar, acreditar que, quer, recordar, imaginar, desejar e uma centena de outros que você gosta de usar.
A lista deve incluir também: amar e odiar.
E você deve incluir: ter, mas nós vamos chegar a esses mais tarde.
1. Mintam sempre  - contar história é inventar, criar, deixar a mente expandir.
2. A primeira condição de quem escreve é não aborrecer.
3. Elimine toda palavra supérflua
4. Para se ter talento é necessário estarmos convencidos de que o temos.
5. Uma coisa é uma história longa e outra é uma história alongada
6. Há somente uma maneira de escrever para todos, que é escrever sem pensar em ninguém.
7. Antes de segurar a caneta, é preciso saber exatamente como se expressaria de viva voz o que se tem que dizer. Escrever deve ser apenas uma imitação.
8. Escreva primeiro e sempre. Pintura, música, amigos, cinema, tudo isso vem depois.
9. Não sacrifiquem a sinceridade literária por nada. Nem a política, nem o triunfo. Escrevam sempre para esse outro, silencioso e implacável, que levamos conosco e não é possível enganar.
10. Evitar as cenas domésticas nos romances policiais; as cenas dramáticas nos diálogos filosóficos.
11. Use frases curtas. Use parágrafos de abertura curtos. Use seu idioma de maneira vigorosa.
12. Trabalhe de acordo com o programa, e não de acordo com o humor. Pare na hora prevista!
13. Não force o leitor a ler uma frase novamente para compreender seu sentido.
14. Uma verdade claramente compreendida não pode ser escrita com sinceridade.
15. O escritor está longe de possuir todos os meios do orador
Deve, pois, inspirar-se em uma forma de discurso expressiva. O resultado escrito, de qualquer modo, aparecerá mais apagado que seu modelo.
16. Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução.
17. Não escrevam jamais pensando na crítica, nos amigos ou parentes, na doce noiva ou esposa. Nem sequer no leitor hipotético.
18. O autor na sua obra, deve ser como Deus no universo, presente em toda a parte, mas não visível em nenhuma.
19. Evite o uso de adjetivos, especialmente os extravagantes, como “esplêndido”, “deslumbrante”, “grandioso”, “magnífico”, “suntuoso”.
20. Esqueça os livros que quer escrever. Pense apenas no que está escrevendo.
21. Se você se aborrece escrevendo, o leitor se aborrece lendo.
22. O que se deve exigir do escritor, antes de tudo, é certo sentimento íntimo, que o torne homem do seu tempo e do seu país, ainda quando trate de assuntos remotos no tempo e no espaço.
23. A riqueza da vida se traduz na riqueza dos gestos
É preciso aprender a considerar tudo como um gesto: a longitude e a pausa das frases, a pontuação, as respirações; também a escolha das palavras e a sucessão dos argumentos.
24. Todo o talento de escrever não consiste senão na escolha das palavras.
 25. Mantenha-se humano! Veja pessoas, vá a lugares, beba, se sentir vontade.
26. Não se limitem a ler os livros já consagrados. Proust e Joyce foram depreciados quando mostraram o nariz. Hoje são gênios.
 27. O final de uma história deve ser escrito quando você ainda estiver na metade.
 28. Evite a vaidade, a modéstia, a pederastia, a falta de pederastia, o suicídio.
 29. O tato do bom prosador na escolha de seus meios consiste em aproximar-se da poesia até roçá-la, mas sem ultrapassar jamais o limite que a separa.
30. Um livro não deve nunca parecer-se com uma conversação nem responder ao desejo de agradar ou de desagradar.


Texto e criação do autor, ao utilizar este texto, por favor, não se esqueça de mencionar a autoria.

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